Amigas, hoje eu resolvi falar de um assunto divisor de opiniões: tatuagem.
A tatuagem já está mais bem aceita na sociedade de hoje, mas ainda assim gera alguns preconceitos e polêmicas. Eu, particularmente, adoro tatuagens, mas sou a favor das tatuagens que têm um significado pra quem a faz.
A banalização da tatuagem gera cada dia mais pessoas arrependidas pelo desenho definitivo feito no corpo. Já vi por aí alguns artistas arrependidos que se renderam às sessões de laser pra arrancar o desenho da pele. Processo caro e dolorido. Terrível!
Desses arrependimentos, grande parte é daqueles que tatuaram nomes, rostos, homenagens ou qualquer outra coisa para o namorado / namorada, marido / esposa, amante... E é aqui que entra o meu apelo: NÃO FAÇAM TATUAGEM PARA OS SEUS AMORES!!!!!
Meninas, eu respeito DEMAIS todo e qualquer tipo de manifestação amorosa... Até mesmo a tatuagem... Mas a minha opinião – e essa ninguém há de mudar – é de que tatuagem para amores não dá certo. Amor é bom de sentir, é ótimo de receber, é uma delícia compartilhar, mas, infelizmente, ele pode acabar.
Apesar de todas as minhas desilusões amorosas, ainda sou romântica o suficiente pra acreditar no amor, mas não a ponto de tatuá-lo no meu corpo. Amor de verdade, que nunca acaba, só de pai e mãe. Tatuagens para os pais e os filhos são completamente toleráveis. Mas me mantenho firme na minha opinião: tatuagem de amores NÃO!
Fugindo um pouco da minha opinião, mas mantendo o assunto principal, achei uma dica de livro que é, no mínimo, curiosa. É totalmente o contrário da opinião que expressei aqui, mas como segue a mesma linha de autoras que já li e que AMO, acho que vale a sugestão.

O livro chama “32 – 32 anos, 32 homens, 32 tatuagens” e é da autora Stella Florence. Ele trata, basicamente, de uma balzaquiana em busca de amor, depois de tantos outros frustrados. O livro tem 53 capítulos recheados de histórias com muito humor e uma sensibilidade única. Nele, a personagem decide fazer 32 tatuagens, uma para cada homem que passou pela sua cama – uma espécie de dreno para sua fúria, e não homenagens.
Nas palavras da autora, “a protagonista do “32” já convivia com essas desilusões. Quando as passa para a pele, ela tem a sensação de que essas feridas eclodem e cicatrizam: as tatuagens são cicatrizes de uma dor que se transforma em beleza”.
Valeu a dica?
E vocês, têm alguma história de amores frustrados versus tatuagens pra contar pra gente?
A tatuagem já está mais bem aceita na sociedade de hoje, mas ainda assim gera alguns preconceitos e polêmicas. Eu, particularmente, adoro tatuagens, mas sou a favor das tatuagens que têm um significado pra quem a faz.
A banalização da tatuagem gera cada dia mais pessoas arrependidas pelo desenho definitivo feito no corpo. Já vi por aí alguns artistas arrependidos que se renderam às sessões de laser pra arrancar o desenho da pele. Processo caro e dolorido. Terrível!
Desses arrependimentos, grande parte é daqueles que tatuaram nomes, rostos, homenagens ou qualquer outra coisa para o namorado / namorada, marido / esposa, amante... E é aqui que entra o meu apelo: NÃO FAÇAM TATUAGEM PARA OS SEUS AMORES!!!!!Meninas, eu respeito DEMAIS todo e qualquer tipo de manifestação amorosa... Até mesmo a tatuagem... Mas a minha opinião – e essa ninguém há de mudar – é de que tatuagem para amores não dá certo. Amor é bom de sentir, é ótimo de receber, é uma delícia compartilhar, mas, infelizmente, ele pode acabar.
Apesar de todas as minhas desilusões amorosas, ainda sou romântica o suficiente pra acreditar no amor, mas não a ponto de tatuá-lo no meu corpo. Amor de verdade, que nunca acaba, só de pai e mãe. Tatuagens para os pais e os filhos são completamente toleráveis. Mas me mantenho firme na minha opinião: tatuagem de amores NÃO!
Fugindo um pouco da minha opinião, mas mantendo o assunto principal, achei uma dica de livro que é, no mínimo, curiosa. É totalmente o contrário da opinião que expressei aqui, mas como segue a mesma linha de autoras que já li e que AMO, acho que vale a sugestão.

O livro chama “32 – 32 anos, 32 homens, 32 tatuagens” e é da autora Stella Florence. Ele trata, basicamente, de uma balzaquiana em busca de amor, depois de tantos outros frustrados. O livro tem 53 capítulos recheados de histórias com muito humor e uma sensibilidade única. Nele, a personagem decide fazer 32 tatuagens, uma para cada homem que passou pela sua cama – uma espécie de dreno para sua fúria, e não homenagens.
Nas palavras da autora, “a protagonista do “32” já convivia com essas desilusões. Quando as passa para a pele, ela tem a sensação de que essas feridas eclodem e cicatrizam: as tatuagens são cicatrizes de uma dor que se transforma em beleza”.
Valeu a dica?
E vocês, têm alguma história de amores frustrados versus tatuagens pra contar pra gente?
Beijinhos da Mari!
Ps: amor de time provavelmente também não morre, mas POR FAVOR, sem tatuagem de time, meninos!! Brega, muito brega...
Nossa amei o Brega, muito brega... kkkkk
ResponderExcluiresse post foi pra mim... kkk Não que eu já tenha pensado em tatuar para namorado (jamais), mas o meu medo de me arrepender da escolha não me permitiu ainda escolher a tatoo...
eu simplesmente AMO tatuagem... mas até hj não achei nenhum desenho que eu amasse... e se eu apenas gostar não é a certa!!! Dica pro Blog: vcs poderiam colocar coisas legais para tatuagem... kkk a folgada!!!
Bjusss
Adorei o Blog!!!!
ResponderExcluirTenho uma tatoo que amo, mas concerteza jamais faria com nome de namorado